Diário do Nordeste – Bolso & Cia: Planejamento no dia a dia

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Bolso & Cia: Planejamento no dia a dia

Pessoas que escrevem seus objetivos no papel têm mais chances de realizar, diz Claudia Regina Araujo, especialista em gestão estratégica de pessoas. Ela se baseia em um estudo realizado em Harvard na década de 80. O fim de ano é uma época que, em geral, as pessoas refletem sobre o que passou e pensam no que desejam para o ano seguinte. É um momento propício para adotar o planejamento no dia a dia. Definir metas e anotá-las deve ser uma atitude cultivada. Para atingir a concretização a organização é o próximo passo. A cultura de planejar inserida no cotidiano abre portas para novas perspectivas de vida.

Riscos do bitcoin

Novos investidores devem avaliar bem os riscos antes de decidir aplicar o dinheiro em criptomoedas. O alerta é do professor da FGV, André Miceli, diante da possibilidade de formação de bolhas. Miceli diz, no entanto, que pode ser um bom negócio entrar no mercado de moedas digitais. Mas o investidor tem que saber que é um negócio especulativo. “Quem for comprar, tem que comprar para fazer uma transação ou armazenar dinheiro. É como comprar euro ou dólar”, orienta.

11,5 Milhões de

Consumidores devem fazer compras de última hora neste Natal. Como ocorre todo ano, o principal motivo para 52% é a espera por promoções para economizar, diz a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Eles representam 9% dos consumidores que têm a intenção de presentear alguém neste fim de ano.

Comércio pelo celular e o potencial

A expectativa é que, em 2017, o chamado mobile commerce tenha um aumento de 32% no País. O número da Ebit mostra o potencial dessa nova forma de “ir às compras”, um hábito que tem sido difundido. Mesmo em locais mais remotos, que não contavam com internet, isso é hoje possível. Como só 54% da população têm acesso à internet no Brasil, de acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, o mercado é farto. “Não há barreiras e nem muros que impeçam um varejista de prosperar quando assim for seu foco e propósito. Sempre no esforço de subirmos uma difícil montanha, temos certeza que uma bela paisagem nos espera, e que assim seja o ano de 2018” Jamila Araújo. Vice-presidente da Câmara de dirigentes Lojistas (CDL)

Muitos tributos, menos presentes

Assim como em uma gama de produtos, é quase impossível, entre as muitas opções de presentes, achar algum em que não há carga excessiva de impostos. Esta realidade acaba diminuindo o poder aquisitivo e, por sua vez, a quantidade de itens adquiridos pelo consumidor. Muitas vezes, a compra não se concretiza por conta do alto custo do produto. Com uma carga tributária menor, certamente muitos negócios seriam fechados.
A lógica é que, com menos tributos, poderia haver mais vendas. Desta forma, o governo também não
perderia, movimentando muito mais a economia. O Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) avalia que, no Brasil, a tributação é muito concentrada no consumo, o que acaba elevando os preços e, muitas vezes, impedindo que o contribuinte consuma mais e melhor.
Basta lembrar que os tributos nas três esferas (federal, estadual e municipal) aplicados em um perfume, por exemplo, podem chegar a 78%. Os eletroeletrônicos também possuem alta incidência de impostos. O tablet, com 39,12%, e o telefone celular com 33,08% de encargos.

Fonte: Diário do Nordeste